
O Nordeste é conhecido por suas águas mornas e belas paisagens. Em Aracaju não poderia ser diferente, e o destaque da cidade sem dúvida é a Praia de Atalaia. É lá que estão os melhores hotéis, quiosques e restaurantes, sendo então o point mais procurado da cidade.

A orla, com 6 km de extensão, é urbanizada e totalmente equipada para atividades de lazer. Além de iluminação especial para banhos noturnos, há quadras poliesportivas, ciclovia, fontes luminosas e um oceanário. Reúne a beleza das praias nordestinas à infra-estrutura das metrópoles. Imperdível!

Prato diariamente presente na mesa dos sergipanos, o cuscuz é um tanto diferente naquele estado do que se imagina (ele é feito com milho)...
Sergipe teve uma formação cultural riquíssima, o que resultou em sua diversificada culinária, muitas vezes marcada por singulares diferenças.
Em locais à beira-mar e nas margens dos rios é muito corriqueiro (e lógico) encontrar toda uma sorte de pratos à base de frutos do mar, servidos ensopados, escaldados, cozidos, ou fritos, com ingredientes como camarão, lagosta, e uma enorme gama de peixes.
Dentre tantas outras deliciosas vertentes e variações, a culinária sergipana possiu um tesouro à parte, a culinária Junina daquele estado... e dentro da culinária junina está o cuscuz sergipano!
Sucesso o ano inteiro, o cuscuz sergipano é feito à base de muito milho: pode ser desfrutado acompanhado de café, café com leite, refrigerante ou o que você imaginar... a qualquer hora e em qualquer lugar...
Muita gente derrama um pouquinho de leite sobre o cuscuz e o prato, outros preferem um pouquinho de manteiga:


Se vai para Sergipe, que tal visitar a Foz do rio São Francisco? Ela fica no povoado de Cabeço, que foi parcialmente tomado pelas águas do oceano Atlântico. Não bastasse a serenidade e a profusão de vida no local, o povoado também se mostra um ótimo - e barato – lugar para acampar. A população de Cabeço é hospitaleira e pode contar com detalhes como é que há tantos coqueiros no meio do rio-mar, ou mesmo o farol, que continua solitário lá no meio.

Uma das atividades recomendadas é o passeio de catamarã (navegação popular na região), que leva o turistas a pequenas cidades ribeirinhas, como Própria, Neópolis, Santana do São Francisco, Pacatuba, Ilha das Flores e Brejo Grande.

Para chegar em Cabeço, pega-se a BR-101, o trevo para Neópolis e após passar as cidades de Pacatuba, Ilha das Flores e Brejo Grande, chega-se ao seu povoado de Saramém, onde toma-se um barco que custa no máximo R$ 20 por pessoa. Uma dica é já combinar a volta, já que vale a pechincha.
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Construído sobre o antigo Hotel da Ilha, do outro lado da ponte sobre o rio Sergipe, o novo Starfish Ilha de Santa Luzia é o primeiro resort do grupo jamaicano Superclubs fora do Caribe. Possui acessórios de praia, apartamento para deficiente, business center, internet wi-fi e serviço de spa, além de uma bela piscina e a melhor estrutura para eventos de Sergipe. A diária (a partir de R$ 390, completa) inclui refeições e bebidas do buffet, mas os restaurantes japonês e italiano são pagos à parte.

Com pouco destaque no litoral nordestino, Aracaju, capital de Sergipe, pode oferecer muito mais do que se espera. Para começar, o preço: mesmo em alta temporada, as diárias nos hotéis e pousadas da região são mais atrativas que em outros destinos do Nordeste. A cidade é também um ótimo ponto de partida para passeios de ecoturismo e turismo fluvial, como o cânion inundado do Xingó, Mangue Seco e o Rio São Francisco. Nas praias, destaque para a do Saco e a Atalaia, praia urbana que concentra vários restaurantes e barracas em sua orla. Para quem curte história, uma visita à quarta cidade mais antiga do Brasil, São Cristóvão, pode ser um ótimo programa. E para completar a viagem, Aracaju oferece várias atrações com danças e ritmos regionais, como Reisado, Guerreiros e Caboclinhos.