3 passeios culturais e ecológicos no Acre

Rio Acre: com nascente no Peru, banha os municípios de Brasiléia, Xapuri e Rio Branco, terminando seu trajeto no Rio Purus (braço do Amazonas). Divide a capital do Acre em dois distritos. Entre julho e agosto suas águas barrentas tornam propícias para o banho e prática de esportes náuticos. No verão, formam-s diversas praias ao longo de seu curso, dentre as quais se destacam a Praia do Amapá e a do Riozinho do Rola. É um rio muito importante para as comunidades locais, mas conta com pouca infra-estrutura – o que na verdade pode ser um trunfo.
Casa do Índio: Fica na Rodovia AC-040, a 10 km de Rio Branco. Metade de sua área (de cerca de 52 hectares) é coberta por vegetação primária, com floresta densa e fauna diversificada, onde podem ser realizadas trilhas que desvendam aspectos da cultura e vida amazônica, como a existência de malocas indígenas e visita a locais com animais silvestres, etc. O restante do território é ocupado por áreas destinadas ao lazer e ao turismo. Localiza-se próxima ao Memorial Chico Mendes (que fica dentro do parque que leva o mesmo nome do líder seringueiro), que conta com campo de futebol, mirante, quadras de areia e ciclovia. 
Museu da Borracha: inaugurado em 1978, é um espaço cultural dinâmico, ou seja, não se prende apenas ao passado, pois continua sua pesquisa e coleta dessa atividade tão íntima do Acre. O museu realiza também o trabalho de conservação, divulgação e exposição da cultura seringueira. O acervo reúne peças de arqueologia, paleontologia, história e itens como manuscritos e documentos referentes à história do Acre. Para se aprofundar ainda mais no assunto, uma boa dica é a Casa do Seringueiro, onde há fotos, quadros, maquete de uma colocação dos seringueiros, réplica de um defumador de látex e da casa do seringueiro, além de quadros retratando Chico Mendes.
Dica: Para realmente entrar no universo do Acre, nada como uma boa leitura. A dica aqui é “Chico Mendes: Crime e Castigo”, de Zuenir Ventura.







